sexta-feira, 3 de dezembro de 2010


Resumo do texto aqui
Restante do texto aqui

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Devedores de energia terão desconto de até 50%



A Eletrobrás inicia nesta semana o parcelamento dos débitos dos consumidores com mais de três faturas em atraso. A estatal remitirá 50% dos juros e multas daqueles que tomem parte no acordo. A negociação foi autorizada pelo Conselho Nacional da empresa.



A Eletrobrás inicia nesta semana o parcelamento dos débitos dos consumidores com mais de três faturas em atraso. A estatal remitirá 50% dos juros e multas daqueles que tomem parte no acordo. A negociação foi autorizada pelo Conselho Nacional da empresa.

Segundo o Coordenador de Apoio e Gestão do Vale do Juruá, José Melo, o objetivo é reduzir a inadimplência dos consumidores de classe privada (residenciais, comercial, industrial e rural).

Todos os valores poderão ser negociados em até 120 meses, tendo como pagamento inicial o mínimo de 5% do valor da dívida e os interessados em quitar as contas podem buscar o atendimento até o dia 29 de dezembro.

“A meta é que nossos consumidores possam entrar 2011 com as contas equacionadas”, afirmou Melo, ao referir-se a expectativa de que no mínimo 50% do volume devido pelos inadimplentes sejam parcelados.

Melo informa que a classe residencial rural é a categoria que mais deve e para mais informações, basta ligar para o número 0800 647 71 96, que atende 24 horas, ou procurar a agência de atendimento ao cliente, aberta ao público no horário comercial, das 8 horas às17 horas.

Orleir Cameli nega que sua empresa seja favorecida pelo Governo do Estado



Em entrevista concedida a Rádio e TV Juruá, o ex-governador Orleir Cameli criticou matéria recentemente publicada na imprensa da capital, citando a empresa Colorado (de propriedade do empresário), como base de favorecimento de hipotético esquema de superfaturamento envolvendo o governo do estado.



Em entrevista concedida a Rádio e TV Juruá, o ex-governador Orleir Cameli criticou matéria recentemente publicada na imprensa da capital, citando a empresa Colorado (de propriedade do empresário), como base de favorecimento de hipotético esquema de superfaturamento envolvendo o governo do estado.

“Tem uns gaiatos que passam e dão palpite, sem conhecer de perto a obra da BR-364. O sujeito passa e pergunta para o operador: quantos centímetros têm de capa asfáltica? O operador responde: 2,5 cm. Ele não mentiu, acontece que a primeira capa tem 2,5 centímetros nos 9 metros de largura da estrada, sendo colocada apenas para garantir o tráfego. Mas, sobre ela têm a pista de rodagem (07metros), com cerca de 3 centímetros de espessura”, declarou o empresário.

Superfaturamento da BR 364

Sucessivamente mencionada na mídia acreana, como uma obra suspeita de superfaturamento pelo Tribunal de Contas da União (TCU), Orleir Cameli defendeu a BR-364 e justificou o seu alto custo, afirmando que “as pessoas que não conhecem a Amazônia acham caro R$ 2,5 milhões para cada quilômetro. Essa obra tem que ser analisada, não pelo seu comprimento, mas pela altura necessária para se colocar a pista de rodagem”, enfatiza.

Segundo Orleir Cameli, o boato de que a BR-364 “nunca ficará pronta” não passa de manifestações pessimistas, ligadas ao desconhecimento da realidade. “Agora faltam cerca de 90 quilômetros. Se em 2011 tivermos o mesmo verão deste ano a BR fica pronta por completa, incluindo as pontes que também estão sendo construídas”, afirmou.

Orleir Cameli nega indiscutivelmente que sua empresa esteja sendo favorecida pelo atual Governo do Estado. “ Em todo o processo, passamos por licitações. Em alguns casos conseguimos oferecer R$ 10 milhões mais em conta do que o custo da planilha apresentada”, destaca.

Ao final da entrevista, o empresário assegurou que é desejo da classe empresarial cruzeirense que a estrada seja concluída, desmistificando a ideia de que os empresários são contra a conclusão da rodovia.

“Só se o empresário não for bom das ideias. Hoje, um empresário de Cruzeiro do Sul tem que trabalhar com um capital de giro que inclua o seu estoque, o que está na balsa em viagem, e o que ainda vai comprar. Com a estrada isso não vai ser mais necessário”, finalizou.

Dayana Maia

Rio Juruá começa a apresentar sinais de cheia



O nível do rio Juruá, até bem pouco tempo estava abaixo da média para a época do ano e vinham prejudicando a navegação, mesmo para pequenas embarcações, fazendo com que milhares de ribeirinhos tivessem inúmeros problemas, tanto no deslocamento para outras localidades, como também para o transporte de mercadorias. Mas nos últimos dias, o rio subiu cerca 2 metros segundo a Defesa Civil.


O nível do rio Juruá, até bem pouco tempo estava abaixo da média para a época do ano e vinham prejudicando a navegação, mesmo para pequenas embarcações, fazendo com que milhares de ribeirinhos tivessem inúmeros problemas, tanto no deslocamento para outras localidades, como também para o transporte de mercadorias. Mas nos últimos dias, o rio subiu cerca 2 metros segundo a Defesa Civil.

Caso as chuvas recentes tenham também caído nas cabeceiras do rio, o nível da água subirá ainda mais nos próximos dias, aliada a previsão de mais chuva em todo o Estado. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, há previsão de outros dias de chuvas e um clima mais frio poderá chegar a região.

Dayana Maia

Fortalecimento à gestão ambiental da Amazônia é discutido em Cruzeiro do Sul



Mais uma etapa do projeto de fortalecimento à gestão ambiental da Amazônia está sendo desenvolvido em Cruzeiro do Sul. O plano é executado pelo Manejo Ambiental das Bacias e Estradas formado pela SOS Amazônia.


Mais uma etapa do projeto de fortalecimento à gestão ambiental da Amazônia está sendo desenvolvido em Cruzeiro do Sul. O plano é executado pelo Manejo Ambiental das Bacias e Estradas formado pela SOS Amazônia.

Nesta semana, representantes de instituições e sociedade civil, além de acadêmicos e representações de prefeituras do Juruá estiveram reunidos no prédio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) para debater o tema.

Segundo Vângela do Nascimento, representante da SOS Amazônia, o encontro foi uma etapa de um projeto maior, que busca elaborar dois planos de bacias hidrográficas e formar dois comandos das bacias no Juruá.

“ A ideia é fortalecer as comunidades ribeirinhas, assim como também as instituições ligadas, visando abrir discussões mais aprofundadas sobre os problemas das águas na região”, disse.

Planejar o uso dos recursos hídricos e a análise da atual realidade das bacias hidrográficas da região é a meta principal do projeto,.

Francisco Albeci, mora no rio Liberdade e participa do projeto, avalia a importância da execução do plano, mostrando que as comunidades ribeirinhas já se deparam com muitos problemas, principalmente nas margens do rio, em virtude das ações dos agricultores que desmatam a vegetação, dando início a um processo de diminuição do nível de água no rio, principalmente no período de estiagem, quando os produtores têm dificuldades de transportar seus produtos pelas embarcações fluviais.

Dayana Maia